O mundo visto por lentes cor de rosa apresenta mais um salão de chá e um museu encantador!!
Bom dia,
Esse poderia ir para a Série: Lugares secretos que indico, pois planejei uma visita ano
passado, mas como minha mãe estava em um ritmo mais lento, acabei não indo. Sem
problemas, nós sempre teremos Paris...
Então, vou falar dele aqui, na Série: O mundo visto por lentes cor de rosa.
O lugar de hoje é o Musée de la Vie Romantique, em Paris. Uma fofura, mas
entendam que o Romântico aqui se refere ao estilo de época, não a frufru.
Onde:
Montmartre, Paris. 16, Rue Chaptal, Pigalle.
Metrô: Pigalle (linhas 2
e 12).
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| A rua |
| O beco de acesso |
A foto acima adianta que aí também há uma casa de chá, da qual falaremos já, já.
Mas, vou abrir um parêntese
para falar da Izabelle Nossa, de cujo blog tirei a foto acima. A moça é dona de
uma linda lojinha inspirada neste museu e em suas viagens pela Provence. Ela vende artigos fofíssimos
garimpados em suas viagens. Deem um pulo lá no seu blog e na lojinha virtual.
Eu sou fã.
Horário de funcionamento: museu - de terça a
domingo de 10-18h. Salão de chá – de meados de Abril a meados de Outubro de 11.30-17.30h.
A bela mansão (conhecida como "hôtel
Scheffer-Renan"), onde o museu está hospedado foi construída em 1830. Inicialmente
era propriedade do Abe de Montmartre, em seguida passou as mãos do conde Chaptal.
Depois pertenceu à família Scheffer-Renan, sendo transferida para a Cidade
de Paris em 1983, quando se tornou um museu dedicado a artes e literatura da
primeira metade do séc. XIX.
No térreo, encontramos o
Salão George Sand (1804-1876) com retratos e móveis da época do grande
escritor.
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| Reconstituição do Salão de George Sand no Chateau de Nohant |
No piso superior observamos os trabalhos artísticos de Ary Scheffer (1795-1858), como pinturas
históricas e religiosas, retratos e esculturas. Destaque para as pinturas
femininas.
O estúdio em frente era utilizado pelo irmão de Ary, Henri
Scheffer, e hoje é onde ocorrem as exibições temporárias. Destaque para a mão
esquerda de Chopin em gesso feita por Auguste Clésinger.
No museu, nós podemos, ainda, explorar gratuitamente as 80 aquarelas (de 1820 a 1890) que retratam o Romantismo. Com destaque para as Japonesas (lembre-se que nesta época o Japão era “fechado” para o ocidente).
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| Romantismo russo - adoro!! |
Mais um pouco do museu:
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| Vista do pátio a partir das salas de exposição temporária |
E agora a cereja do bolo: a casa de chá do museu, aberta somente no Verão e na Primavera.
No seu interior há somente 3 mesas, mas pegue o seu “lanche”
e uma mesa no pátio, e vá curtir o delicioso jardim da mansão. Aproveite para
tirar várias fotinhos cute, cute.
Para almoçar, depois do museu, vocês podem tentar um bistrô super: o Le Pantruche (Pigalle), que eu não só indico, como amo!!! Vejam a revisão do bistrô aqui.
Passeiem em Montmartre
como preferirem. Segue
algumas fotos do meu tour por Montmartre em 2010.
Depois, acabem o dia no Café des 2 Moulins.
Depois, acabem o dia no Café des 2 Moulins.
Façam como eu, que sempre desço em uma estação e entro na
outra. Pigalle, Abbesses (a estação é linda, com as pessoas tocando na porta) e
Blanche são relativamente próximas.

E por que acabar o dia aí?
Porque nove entre dez mulheres amam o filme “O Fabuloso destino de Amélie Poulain”, e esse é um dos cenários do
filme.
Lembram?
O lugar ainda vive da fama
de ter sido locação do filme francês dirigido por Jean-Pierre Jeunet em 2001, e interpretado pela atriz fofa Audrey Tautou. Mas, aí poderemos provar
um bom beef tartar ou comer um belo crème brulée. O legal é chegar para a happy
hours, quando se paga somente 3,90€ por uma seleção de drinks.
Vocês se
recordam? Amelie vivia no bairro de Montmartre, trabalhava como garçonete no
Cafe des 2 Moulins e comprava suas frutas e verduras no Au marche de la butte, que era palco das provocações de Monsieur
Collignon contra o coitado do Lucien. Então, antes de ir para o happy hours,
passe na Rue des Trois Frères com a
passagem des Abbesses, e visite a banca Au marche de la butte.
O Café des deux
Moulins fica na esquina entre as Rue Lepic e Rue Cauchois.
Depois desse
dia perfeito, pegue o metrô para seu hotel e vá se arrumar para a night, pois
não se dorme em euro!!!
Au
revoir!!!



























































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