Sintra: um passeio no Parque Nacional da Pena


Oi, gente!! Hoje, vamos a Sintra, especificamente ao Parque Nacional da Pena. Verdade, que quase todo mundo que visita Sintra, dentre diversas atrações fantástica, escolhe conhecer o Palácio da Pena. Bem, eu acho que até é uma boa ideia ir ao parque, contudo, confesso que o interior do palácio é legal, mas não indispensável. O melhor do próprio palácio é o seu exterior e os seus jardins.

Vamos então, agora, fazer um tour por esses jardins...



Nós chegamos ao parque, desde a estação de comboios, ou do centro da cidade, no ônibus 434, que nos deixa na entrada deste. Aqui, encontram-se as bilheterias, mas sugiro que comprem o ingresso online. Agora, há a opção de pegar um trenzinho que lhes deixa na entrada do palácio, ou ir a pé.


A pé, é uma subida bem cansativa, mas nos permite apreciar o Jardim da Rainha D. Amélia, ao ao estilo francês, e o Picadeiro, um patamar que que serviu de picadeiro para equitação dos príncipes.





Então, é hora de visitar o castelo, só o exterior ou o exterior + interior (neste caso reserve 1:30h).








Agora, vamos mergulhar nos jardins. De volta ao Picadeiro, a primeira parada já à direita, é no Nora, que é um  edifício e cisterna que servia para abastecer de água o palácio.














Subindo, chega-se ao Templo das Colunas que foi erigido em 1840 no local de uma antiga capela dedicada a Santo António. Mas para cima, fica a Estátua do Cavaleiro, uma escultura em bronze, de 1848, de autoria de Ernesto Rusconi. E, logo atrás a Mesa da Rainha.

Continuando a subida, chega-se ao mirante preferido da rainha D. Amélia, com o Trono da Rainha talhado na rocha. Subindo-se, ainda, mais chega-se a Cruz Alta, que aí está desde o século XVI. 







Agora, visitamos a Gruta do Monge e o Jardim das Camélias. Camélias estas que são de uma variedades portuguesas criadas e oferecidas a D. Fernando II no decorrer do século XIX pelo viveirista Marques Loureiro do Porto. Entre as variedades destaca-se a coleção em homenagem aos membros da Família Real portuguesa da época. Neste jardim, entre a Fonte dos Passarinhos e a capela “Manuelina”, visite a Estufa Quente.






Passe pela Feteira da Rainha, onde o grande destaque é uma Tuia-gigante centenária nativa da costa noroeste dos EUA e que foi plantado na época de D. Fernando II.



Chega-se, então, ao belo pavilhão de estilo islâmico, a Fonte dos Passarinhos, um bom lugar para se descansar um pouquinho.







Mais a frente está o Vale dos Lagos, com cinco grandes lagos para onde conflui a água do parque. Ao centro do Lago de São Martinho, o maior lago do parque, há uma pequena ilha com a forma de torre acastelada. O lago seguinte é servido por uma cascata que desce daquele que se encontra imediatamente a seguir, e junto ao qual foi construída a Pateira. Também neste local, foi colocada, já no século XX, uma lápide que evoca o trabalho de D. Fernando II, o Rei-Artista. Segue-se um bonito quinto lago, o chamado Lago do Pesqueiro, onde ainda hoje nadam carpas oriundas  do Leste Europeu e da Ásia Ocidental.














Pateira



Agora, há algumas opções: sair pelo portão e andar cerca de 5 minutos até o Castelo dos Mouros. Ou pegar o trenzinho até o Jardim e o Chalet da Condessa d’ Edla, ou continuar a pé, passando pela Abegoaria, a Feteira da Condessa d’Edla, e as estufas até o Chalet.



Bem, gente, esse passeio é delicioso!! E, agora, que vocês já tem um roteirinho é só aproveitar.

Abraços!!

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